quarta-feira, 28 de março de 2012

O livro da Santa


Por que escrevemos o livro Cascavel: Uma Santa na Encruzilhada?
Nosso último livro sobre a história de Cascavel saiu em 1992. Em 1994 publicamos Tuiuti, A Presença Azul, mas direcionando a narrativa à trajetória do clube.
Em 2010 saiu a edição comemorativa do cinquentenário da Acic, tendo a colaboração das queridas Mony Portes e Karla Ribeiro. Mas essa obra ficou restrita ao universo dos homenageados (fundadores e ex-presidentes) e dos empresários.
Este novo livro, que em família chamamos “o livro da santa”, foi motivado pelo completo desconhecimento que tem prevalecido nas últimas décadas em relação à história de Cascavel.
Quando afirmam erroneamente o início da cidade em 1951 (aliás, o Município teve início em dezembro de 1952), negam que a cidade foi iniciada por caboclos e polacos a partir de 28 de março de 1930.
Foram duas décadas de trabalho duro para formar uma cidade digna de se tornar sede municipal. Isso não pode ser ignorado!
Tentam apagar o Jeca da história. Eliminam a memória da santa. Há quem até negue que um dia Cascavel foi conhecida como Encruzilhada dos Gomes. Muitos ignoram, por desinformação, que por muito pouco, não fosse por um truque de Jeca Silvério, armado com o telegrafista Bento Barreto, o nome de Cascavel não ficou Aparecida dos Portos.
Aliás, para os religiosos nunca foi Cascavel: era Aparecida dos Portos. Assim eles escreviam suas cartas para os parentes, assim as crianças escreviam no cabeçalho das provas instruídas pelos professores, todos muito religiosos.
Eliminar a Encruzilhada dos Gomes, a santa, os caboclos, sertanejos, polacos e jecas da história de Cascavel é um crime contra a memória dos pioneiros.
Basicamente, o livro trata da batalha entre religiosos e políticos para impor um nome à cidade.
Os políticos venceram, mas os religiosos ocuparam o coração da cidade com sua Catedral e sua santa representada por Dirceu Rosa.
Consideramos que o diferencial do livro, além de sintetizar essa polêmica em torno do nome da cidade, é, pela primeira vez no Brasil, publicar a biografia de monsenhor Guilherme Maria Thiletzek, o idealizador do nome que quase venceu: Aparecida dos Portos.
A santa Aparecida dos Portos, enquanto divindade ou representação de uma senhora santificada jamais existiu, mas o povo existe e faz história!*
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http://livrai-noscascavel.blogspot.com/2012/04/receba-autografado-o-livro-cascavel-uma.html

Conheça também o livro que foi a base da História de Cascavel:

Pequena História de Cascavel e do Oeste

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sexta-feira, 16 de março de 2012

quinta-feira, 8 de março de 2012

É seu aniversário? Eis seu Presente!

  Rápido passeio por uma poesia

com gosto de araucária e terra roxa


Pequena coletânea de versos apresentando poetas já consagrados e novos autores que também merecem reconhecimento pela qualidade de seu trabalho.

Parabéns e divirta-se!

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